Entrevista: professor Steve Ford, Private English Portal (parte 3)

By Ana Luiza | Entrevistas em Inglês (áudio)

Dec 07
Inglês - Entrevista professor Steve Ford, Private English Portal (parte 3)
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Chegou a terceira parte da entrevista com o professor Steve Ford (ouça a Parte 1 e a Parte 2).
Como sempre, a transcrição vem logo abaixo e você pode baixar o mp3 e o
PDF. Aqui o Steve continua falando sobre adaptação a um país estrangeiro e responde mais perguntas sobre dificuldades comuns de brasileiros ao aprender inglês.

Baixe a parte 3 da entrevista em mp3

Baixe a transcrição da parte 3 em PDF

E na semana que vem tem a quarta e última parte da entrevista. Se você ainda não conhece o trabalho do Steve, dê um pulo na seção Inglês em Vídeo e procure por Peppy nos títulos dos posts para ver os vídeos – ou acesse o site dele.

Ouça a terceira parte da entrevista aqui mesmo:

Transcrição da entrevista

(Steve) Many of my Brazilian students actually live in North America, so… Some in the United States and some in Canada, so… We always talk about that too, like…

(Ana) Oh, that’s interesting Steve. That’s what came to my mind right now, do they ask you about that, do they make comments about how different it is in Brazil?…

(Steve) Always, always. I have a student…

(Ana) It’s good to have someone to talk to about that.

(Steve) It is, it really is. Like, I have a student right now, I won’t give his name, you know, to maintain his privacy… He’s planning to be a doctor here and, so we often talk about how he can develop a Canadian persona… Yeah, it’s a process, it’s a process that, you know, I’ve had to develop travelling so he’s starting to do that too… to develop his own persona. It’s not easy but it’s not impossible. Maybe it’s easier to go from rational and more distant to emotional, than from emotional to…

(Ana) Yeah, yeah… maybe here in Brazil… I don’t know. I think I’m speaking more, you know, for myself… I can’t speak for everyone but maybe it’s a matter of learning how not to take things so personally.

(Steve) Yeah, I think so.

(Ana) ‘Cause it’s a matter of culture sometimes and there’s nothing you can do. I mean, it’s not about you, right?

(Steve) Exactly. And I helped another student who immigrated to Toronto. He’s originally from São Caetano in Brazil. I guess that’s, like, a city just outside of São Paulo and he’s, he… I mean, incredible. Brazilians have the incredible ability to adapt, and I think in maybe five, six months, you know, I helped him to adapt to living in Toronto. So he bought an apartment there and now he’s living there. He’s all… you know, set up and… yeah, yeah. So, Brazilians… you can do it!

(Ana) I know! Everywhere you go in the world you will meet Brazilians there.

(Steve) Exactly. Yeah, I have Brazilian students in Japan, I have another Brazilian student in Holland and she has adapted very well so Brazilians are wonderful in terms of adaptation.

(Ana) Let’s move on to the next question…

(Steve) You bet.

(Ana) Professor Sergio… He asks, Steve – in your experience, what’s the most difficult learning area for students?

(Steve) I think that depends on the nationality, Sergio, and with my Latin language speaking students… people who speak Portuguese, French, Italian, Spanish… what I find is the fact that English and Portuguese, for example, are similar in some ways that many of the words have a different word stress. So, I’m going to give you a little tip, so I mean… Most times in Portuguese if the stress is at the end of the word – oh God, now I sound like an English teacher…

(Ana) Go ahead… Well, English-teaching moment…

(Steve) So for example… right, sure. So I mean, if you’re saying “informação”, so the “ção”, the word stress at the end… in English we know that it’s falling on “ation”, “information”. So typically the word stress comes before in English but, for some reason, they do not put the accent above where the word stress should be. And I think this gives students a lot of difficulty. You know, how can I learn the pronunciation when there is no, there’s no accent above the word.

(Ana) Graphic mark, OK.

(Steve) “I need a GPS device to find my way”, you know, “around this language”… and nobody has made one. So pronunciation, definitely, prepositions for sure… Prepositions give students a lot of
difficulty. Phrasal verbs for sure… Sometimes, verb tenses you know… In the Latin languages many times, for example, you can use progressive tenses. You can say, I am liking this, I am loving this. And grammatically in English that would not be considered correct. So…

(Ana) Yeah, although I’ve heard that a lot, I mean…

(Steve) I know, informal English…

(Ana) Right, in very informal… yeah.

(Steve) Yeah, yeah. And this is the thing, too… is that, in English there is the way that people speak it and then… when people go to do a test like the TOEFL, the IELTS or the Cambridge, if they use those same strategies…

(Ana) They flunk…

(Steve) Yeah, they flunk ’cause… “Oh, that’s wrong, you can’t do it like that.” So, I think that’s also a challenge for… It’s good that you mentioned that because it shows that English is divided into different levels of formality so… I think that’s another challenge for students, it’s to separate the different levels of formality of English. Semi-formal, what is academic.

(Ana) Yeah, I think it all comes down… in the end it comes down to your purpose…

(Steve) That’s true.

(Ana) Most people, I don’t know, most students I come across… they just wanna speak. They just wanna be able to comprehend what people tell them, and just be able to respond or to initiate a conversation. But some people want to, I don’t know… Go the, maybe, academic route and study literature or be a scientist of the language and they probaby have to know all the formal rules and everything.

(Steve) Yeah. And I think it’s important for everybody to remember that… it’s important to learn a good English because, you know, in the future it’ll give you more opportunities… ’cause usually the people who contact me say, “I want to learn English because I need it for my work” I’m talking to people on the phone or something like that”. I think it’s important for people to try to learn the best English they can. And that’s why I’m trying to make it fun, because I know that a lot of people… they work all day long, they come home, they’re tired and then, “Oh my God, I have to study English now? I want to watch TV, I don’t want to study English”

(Ana) Yeah, they deserve a good laugh.

(Steve) Exactly!

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About the Author

Ana Luiza criou um blog de dicas de inglês em 2006, e depois de muito pesquisar o que faz alguém ganhar fluência numa segunda língua, criou seu primeiro curso de inglês em 2009.

  • Marina says:

    Os áudios continuam ruins até hoje…
    As falas da Ana são péssimas e muitas vezes não é possível entender fora os momentos que ela quer falar junto com Steve.
    O inglês do Steve é tão perfeito que compreendo ele melhor que a própria Ana que nem é nativa…

  • marcelo says:

    Hi Ana, congratulation for all that you do!
    Eu gostaria de saber se você pensou em fazer algumas entrevistas e podcast em vídeos e com legendas em inglês, seria ótimo vê-la falando e observar suas expressões.
    Bye bye and God bless you!

  • Manoel Damasceno says:

    Ana, uma coisa engraçada eu não consigo entender o que vc fala nos audios mais compreendo muito bem o que o Steve diz.

  • Geraldo Soares de Souza says:

    muito show essa entrevista..da pra aprender bastante …aí parabens pelo site Luiza….Congratulations.

  • sueli says:

    EU SIMPLESMENTE ENTOU ENCANTADA COM O
    CURSO DO INGLESONLINE.A entrevista foi
    espetacular. EU GOSTARIA QUE VOCÊS
    ME ADD (ERLINHAS@HOTMAIL.COM) NO MSN PARA QUE POSSAMOS NOS
    COMUNICARMOS EM INGLES,PARA FACILITAR
    NOSSO ESTUDO.
    POSSO CONTAR COM VOCÊS?
    OBRIGADA!

  • Ana Luiza says:

    Carrion – que bom que as dicas te ajudam. Aproveite mesmo!

  • carrion says:

    PRA MIM QUE JÁ PROCUREI EM MUITOS SITES DA WEB, FIQUEI REALMENTE EMOCIONADO POR VER UM CURSO DE VERDADE DE LÍNGUAS.
    DAQUI PRA FRENTE VOU COMUNICAR A TODOS MEUS AMIGOS PARA QUE USEM ESSA OPORTUNIDADE DADA PELO INGLESONLINE.

  • Tamara says:

    Conheci o “inglesonline” agora e já estou viciada…
    está me ajudando muito!
    adorei a entrevista!

    Parabéns!!!

  • Ana Luiza says:

    Oi Rosana,
    Eu verifiquei de novo, e está tudo OK. A razão pela qual parece que a entrevista para no meio é que na verdade ela está dividida em 4 partes..

  • Rosana,

    Eu fiz o download das entrevistas nesta tarde e elas vieram completas. Se quiser eu posso enviar para você por email. Envie um email para:

    alessandro [arroba] englishexperts.com.br

    que eu encaminho os arquivos para você.

    Abraço,

  • Ana Luiza says:

    Oi Rosana, acabei de ver que os mp3 estão com problema! Estou fora de SP e provavelmente vai demorar alguns dias para conseguir arrumar isso, mas aguarde!

  • Ana Luiza says:

    Oi Alessandro, obrigada e que bom que vc tenha gostado. Também adoro essas entrevistas.

    As entrevistas são conduzidas pela Internet e por causa disso a qualidade da gravação é variável. Nesta situação, até uma edição de leve provoca distorções – nessa do Steve por exemplo já teve distorção com uma simples retirada de ruído. Infelizmente no momento não vejo isso mudar, a não ser que eu descubra uma maneira de melhorar a qualidade gravação original.

  • Rosana Kubo says:

    Olá Ana, estou adorando as “aulas”, só tenho um problema: não consigo baixar a entrevista inteira. Aparece download concluído, mas a entrevista acaba quase na metade. Será que só eu estou com esse probleminha?
    Thank you very much!

  • Ana,

    Primeiramente gostaria de parabenizar pelas ótimas entrevistas que você faz e publica aqui no IOL. Considero esta entrevista com o Steve é uma das melhores. Primeiro por conta das perguntas feitas pelos professores e leitores, depois porque o Steve tem muita experiência com alunos brasileiros.

    Eu já fiz algumas aulas com ele, um grande professor e admirador de nossa cultura. Assim fica fácil aprender.

    Ouvir vocês “batendo bapo” faz o idioma inglês parecer fácil. É motivador!

    Só uma sugestão, invista um pouco mais na edição da entrevista, ouço com fone de ouvido e tenho que ficar alterando o volume quando você passa a palavra para o entrevistado. Entenda como uma crítica construtiva. ok?

    Keep up the good work!

    Abraço,

    Alessandro Brandão

  • Ana Luiza says:

    Oi Lucia,

    Obrigada pelo comentário – fico feliz de saber que vc está aproveitando.

    Vc tentou ouvir a parte 2 com fone de ouvido? Se vc usar fone de ouvido provavelmente vai conseguir distinguir o WITH que o Steve usou naquela parte. Nós gravamos a entrevista falando pela internet, por isso o som teve qualidade variável…

    Às vezes a gente tem a sensação de que algo está sendo aportuguesado pois parece tradução literal do que falamos no PT… Mas às vezes é assim mesmo. Para ver vários exemplos de “learn with a teacher” faça uma busca avançada no Google especificando língua inglesa, território EUA e sites com domínio .org (considerados mais confiáveis…)

    Learn from também é comum, é até mais “poética” pois significa que o que aprendemos vem da pessoa. Em pT usamos o “aprender com” em todos os casos, eu acho…

  • Lucia de Abreu says:

    Oi, Ana

    Em primeiro lugar, parabenizo e agradeço pelo bom trabalho que o IOL vem fazendo. Espero poder contar com esse ótimo trabalho e continuar recomendando a todos que se interessam em estudar a língua inglesa.

    Na parte 2 da entrevista desse professor fantástico (sempre o acompanho no portal, graças às constantes indicações de vocês do IOL), notei que houve uma falha técnica de áudio no parágrafo que destaco abaixo. Nele, faltava uma palavra e eu fui conferir na transcrição. A palavra que encontrei está destacada em CAIXA ALTA, mas estranhei o uso dela, pois me soou muito literal, traduzido do português, quando a preposição que deveria estar lá seria FROM:

    “So I think that Leda was probably one of the first people that I helped. She started to learn English WITH me… and I think that when she came to Canada she was, you know, very confident…”

    Gostaria de saber mais sobre o uso de uma ou de outra preposição, se ambas estão corretas, que preposição o Steve falou, ou se foi um erro de digitação.

    Muito grata por tudo!

    Lucia de Abreu

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